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06.05.2017 • 12:05 por Mónica Mendes

The Police

Ghost In The Machine

Tinha este álbum em cassette que coincidiu com o meu primeiro “Walkman”.
Não consigo nem chegar perto do número de vezes que o ouvi, não faço ideia, mas foram muitas.
O balanço deste álbum sempre me alegrou o corpo. Mais tarde descobri que eram os super poderes do baterista Stewart Copeland.
Aliás, Copeland, Summer e Sting tinham em conjunto, uma energia que poucas bandas conseguem.
Lembro-me de fazer longas viagens no banco de trás do Visa Club castanho da minha mãe, com os headphones na ganga a ouvir este álbum e a sentir-me dentro de um videoclip. Tem groove, mistério, embalo, profundidade e efervescência. Serviu para a miúda de phones no banco de trás do Visa Club e serve para a mulher de phones atrás de um microfone.

Curiosidade: Lembro-me bem que houve uma altura em que andava maluca com o tema “Too Much Information” que nem single foi…agora quando voltei a ouvir, percebi claramente algo que na altura não conseguia identificar: tem ritmo de Disco-Sound! O meu ouvido nunca me enganou, é a moral da história.